quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Valores linguísticos de Alter do Chão

¢Cruz Parente Parei!-Estar surpresa
¢Ilharga-beira
¢Disque- Parece que…
¢Curumim-Menino
¢Olha !- é mesmo é?
¢Pixé-Fedorento,odor
¢Perna de saracura- Perna fina.
¢Bença!- Alguém curioso.
¢Borarí- flexa envenenada
¢Nhengatu-língua boa


terça-feira, 4 de outubro de 2011

Conhecendo alter do Chão

¢ Localização: Alter do Chão é uma vila do município de Santarém, Estado do Pará,na margem esquerda do rio Tapajós, sendo um balneário muito procurado por turistas que visitam a Amazônia brasileira. Assim como outros lugares do Estado, deve seu nome a uma vila portuguesa chamada Alter do Chão.
¢ Distancia:32 Km da cidade de Santarém –PÁ.
¢ Acesso: Rodovia  Dr. Everaldo
  de Sousa martins e pelo Rio Tapajós.
o Internacinalmente: (conhecida)
    e nacionalmente conhecida
   como o “Caribe da Amazonia”.

domingo, 2 de outubro de 2011

Começa a Restauração da Igreja de Nossa Senhora da Saúde


Igreja de Alter do Chão
Imagem de Nossa Senhora da Saúde
A igreja de Nossa Senhora da Saúde foi construída em 1896.

A Igreja de Nossa Senhora da Saúde em Alter do Chão, construída há 115 anos vai ser restaurada. O prédio é o único patrimônio histórico da vila balneária e representa muito para a cultura do lugar, pois ainda conserva a arquitetura original. Sempre houve uma expectativa para que a igreja fosse reparada, pois é um lugar que recebe muitos turistas, principalmente durante as festas do Sairé e do Borari, momento em que as visitas à vila aumentam.
A igreja de Nossa Senhora da Saúde foi construída em 1896.
Pós esta data apenas uma parte do piso e quatro capelas passaram por reformas.
Com a restauração que foi projetada pela Diocese de

 Santarém a estrutura da paróquia vai voltar a ser a mesma
de quando foi inaugurada há 115 anos.

sábado, 1 de outubro de 2011

Tucuxí é BI campeão na disputa dos Botos 2011 em Alter do Chão

Rainha do Lago Verde

Boto Homem e Cabocla

Alegorias

Cabocla Borarí


Rainha do Sairé
O Tucuxi foi o vencedor do Festival dos Botos, realizado  na vila de Alter do Chão, no município de Santarém (oeste do Estado), durante a tradicional festa do Sairé. O resultado foi anunciado na tarde do dia 19 de setembro, no Sairódromo - local onde acontece o festival. Na votação foram analisados critérios como figurino, trilha sonora e encenação. Este ano, o enredo escolhido pelo Tucuxi foi “O encanto do Sairé”, que contou a origem da festa, uma manifestação secular da cultura amazônica.

domingo, 24 de julho de 2011

Gigantesco Aquífero ALTER DO CHÃO pode ser entregue a pesquisadores estrangueiros...


O desprezo do governo federal e o desinteresse da Agência Nacional de Águas (ANA) está levando o gigantesco aquífero Alter do Chão, para as mãos de pesquisadores estrangeiros e, por via quase direta, para as mãos de grandes potências estrangeiras. É o que revela a jornalista Zilda Ferreira, que esteve por uma semana na vila balneária de Alter do Chão, e entrevistou o cientista paraense Milton Mata, da Universidade Federal do Pará.
A abrangência deste aquífero é genuinamente nacional, pois ele se estende pelo oeste da Amazônia brasileira. Entretanto, para que se possa afirmar com precisão sua extensão é necessário um estudo mais aprofundado. Mas, há poucas dúvidas de que não seja o que possui o maior volume de água, uma vez que está abrigado debaixo da maior bacia hidrográfica do mundo, a Amazônica.
Diz  Milton mata, pesquisador da UFPA:

O Aquífero Alter do Chão, já nosso conhecido e de toda a comunidade científica da Amazônia, desde a década de 60, mas ninguém jamais expressou vontade de estudar isso de forma sistemática. Eram somente poços isolados que abasteciam comunidades específicas. Meu grupo de pesquisa, depois que eu defendi minha tese de Doutorado, em 2002, e calculei a reserva hídrica de outro sistema aquífero (Aquífero Pirabas) resolveu investigar o Aquífero Alter do Chão mais de perto. Isso iniciou ano passado.



 O Aquífero Alter do Chão tem água suficiente para abastecer população mundial .Uma enorme dimensão física formada por fauna, flora, rios e diversos ecossistemas, componentes fundamentais de manutenção do equilíbrio dinâmico da Terra e de relevância estratégica para toda a humanidade: não é de hoje que a região amazônica atrai olhares do mundo inteiro. A biodiversidade da maior floresta tropical do planeta é tida como uma fonte inestimável de possibilidades econômicas à espera de estudos e descobertas. E é nesse cenário que se localiza o Aquífero Alter do Chão, uma reserva com cerca de 86,4 quatrilhões de litros de água subterrânea, suficiente para abastecer a população mundial em cerca de 100 vezes. É isso mesmo: 86,4 quatrilhões de litros de água potável, localizados em uma formação geológica sob os Estados do Amazonas, Pará e Amapá.

Alter do Chão e suas belezas

Culinária e manifestações folclóricas paraenses. O swing e o tempero caboclos. A caminho da praia mais bela do Brasil – Alter do Chão, eleita pelo jornal britânico The Guardian -, santarenos e turistas têm a oportunidade de imergir um pouco mais na cultura amazônida.


  A Praia:


 Em Alter do Chão existem belas praias de areias brancas, banhadas pelas águas transparentes do rio Tapajós.
A beleza dessas praias se associa ao lendário Lago Verde ou Lago dos Muiraquitãs.
Por suas características peculiares e seus atrativos naturais e culturais,
Alter do Chão recebe atualmente um elevado número de turistas e navios de cruzeiros marítimos que demandam o Rio Amazonas.Por esta razão, a referida vila é importante pólo turístico da região.
      
A Culinária:

    Fazendo parte da Culinária Borarí também podemos encontrar o bolinho de piracuí= pira(peixe )cuí(  pó)=a farinha de peixe. Este pode ser feito a base do piracuí e da batata cozida ou com a macaxeira.Níguém resiste também ao pato no tucupí,prato peculiar da Amazônia brasileira,preparado a base do sumo (caldo)da mandioca;após a fermentação,ele é fervido até a elimenação das substancia tóxicas,temperado com a alfavaca e cheiro-verde  e bastante jambú para tornar-se apto a receber o pato.

      O Artesanato:
      
      Artesanato : é essencialmente o próprio trabalho manual ou produção de um artesão (de artesão + ato).


    No artesanato Borarí são utilizados todos os tipos de materiais retirado da própria natureza, como o barro, sementes,talas,cuias,Raízes. O artesanato que mais simboliza a pequena Vila são as cerâmicas .As sementes das frutas da região estão sendo aproveitadas na confecção de, artesanato, bijuterias, etc. As cuias que são utilizadas para tomar o Tarubá,Tacacá, o Açaí , também são trabalhadas com Grafismo tipicamente BORARÍ e servem como adorno para decoração.O Artesanato 
Borarí é um dos Artesanato mais valorizados da região norte.




    sábado, 23 de julho de 2011

    A lenda do Boto Tucuxi

    A lenda do boto aparece pela primeira vez no Estado do Pará, no século XIX. Não se conhece a origem de tal lenda, só há registros de que se difundiu por toda a Amazônia. Alguns autores confundem a lenda com mito.
    Boto Tucuxi ou Pirajaguara (Sotália Brasiliensis, Sotália Fluviatilis, Steno Tucuxi) golfinho dócil, amável, é capaz de resgatar pessoas em náufragos; descobre segredos não conhecidos pelos homens, conduz os peixes para a rede (malhadeira) do pescador o boto Tucuxi tem a habilidade de sentir a metros de distância o odor de mulheres menstruadas e com agilidade segue canoas, cintila nas águas em saltos e manobras que amedrontam quem viaja nas referidas embarcações; vive nos rios amazônicos, mas é encontrado em maior quantidade no rio Tapajós; possui coloração cinza e o dorso branco, tem habilidade em nadar em pé (apoiando-se somente com a cauda) sobre a água, vive em bandos.
    O boto homem é aquele que se metamorfoseia à noite para encantar as caboclas ribeirinhas, possui um orifício na cabeça coberto com o chapéu branco, engerado a partir de uma arraia. Segundo a lenda do boto, esse homem traja-se todo de branco, é dançador, bebedor, galante e sedutor.
    Uma olhada dele é capaz de enfeitiçar, hipnotizar, render qualquer mulher aos seus caprichos. O cheiro (pixé) que exala no ar é de patchouli, no momento de excitação ou quando na água tem cheiro de peixe fresco (pitiú). Dizem os caboclos que para não serem perseguidos quando transportarem mulheres menstruadas deve-se passar alho em toda a canoa. A inexistência ou desconhecimento dessa lenda nos séculos anteriores nos leva a crer que ela tem origem branca e mestiça, com projeção nas comunidades caboclas.



    O que é o Sairé?



      O Sairé é a mais antiga manifestação da cultura popular da Amazônia. A tradicional festa acontece há mais de 300 anos, mantendo intacto o seu simbolismo e essência. Sua origem remonta às missões evangelizadoras dos padres Jesuítas com os índios da Amazônia. Conta a história que em suas evangelizações os jesuítas envolviam música e dança.
      O símbolo do Sairé é um semicírculo, de cipó torcido, envolvido por algodão, flores e fitas coloridas. No centro do semicírculo estão três cruzes e no topo dele uma outra, que juntas representam o mistério da Santíssima Trindade e no topo um só Deus. A imagem da pomba, que representa o Espírito Santo, também faz parte do adorno.
      O estandarte segue à frente da procissão, carregado por uma mulher, que na tradição é chamada da Sairapora.

      Até meados do século passado, o folclore tinha significado puramente religioso. Hoje, a comemoração une o sagrado e o profano. É festejado no mês de setembro com um ritual religioso, durante o dia, culminando com a cerimônia da noite, quando são feitas ladainhas e rezas. Depois, vem a parte profana da festa, com shows artísticos e apresentações de danças típicas e pelo confronto dos botos Tucuxi e Cor de Rosa, ponto alto da comemoração.


    Alegorias
    Show
      Na festa do Sairé os elementos religiosos e profanos caminham lado a lado. Ela começa no hasteamento de dois mastros  enfeitados, seguido de 
    ritual religioso e danças folclóricas desempenhadas pelos moradores da vila. No último dia, sempre uma segunda-feira, ocorrem a “varrição da festa”, a derrubada dos mastros, o marabaixo, a quebra-macaxeira e a “cecuiara”, espécie de almoço de confraternização. A programação termina à noite, com a festa dos barraqueiros.