¢Cruz Parente Parei!-Estar surpresa
¢Ilharga-beira
¢Disque- Parece que…
¢Curumim-Menino
¢Olha já!- é mesmo é?
¢Pixé-Fedorento,odor
¢Perna de saracura- Perna fina.
¢Bença!- Alguém curioso.
¢Borarí- flexa envenenada
¢Nhengatu-língua boa
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| Igreja de Alter do Chão |
| Imagem de Nossa Senhora da Saúde |
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| Rainha do Lago Verde |
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| Boto Homem e Cabocla |
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| Alegorias |
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| Cabocla Borarí |
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| Rainha do Sairé |
O desprezo do governo federal e o desinteresse da Agência Nacional de Águas (ANA) está levando o gigantesco aquífero Alter do Chão, para as mãos de pesquisadores estrangeiros e, por via quase direta, para as mãos de grandes potências estrangeiras. É o que revela a jornalista Zilda Ferreira, que esteve por uma semana na vila balneária de Alter do Chão, e entrevistou o cientista paraense Milton Mata, da Universidade Federal do Pará.

Culinária e manifestações folclóricas paraenses. O swing e o tempero caboclos. A caminho da praia mais bela do Brasil – Alter do Chão, eleita pelo jornal britânico The Guardian -, santarenos e turistas têm a oportunidade de imergir um pouco mais na cultura amazônida.
A Praia:
Em Alter do Chão existem belas praias de areias brancas, banhadas pelas águas transparentes do rio Tapajós.
A beleza dessas praias se associa ao lendário Lago Verde ou Lago dos Muiraquitãs.
Por suas características peculiares e seus atrativos naturais e culturais,
Alter do Chão recebe atualmente um elevado número de turistas e navios de cruzeiros marítimos que demandam o Rio Amazonas.Por esta razão, a referida vila é importante pólo turístico da região.
Fazendo parte da Culinária Borarí também podemos encontrar o bolinho de piracuí= pira(peixe )cuí( pó)=a farinha de peixe. Este pode ser feito a base do piracuí e da batata cozida ou com a macaxeira.Níguém resiste também ao pato no tucupí,prato peculiar da Amazônia brasileira,preparado a base do sumo (caldo)da mandioca;após a fermentação,ele é fervido até a elimenação das substancia tóxicas,temperado com a alfavaca e cheiro-verde e bastante jambú para tornar-se apto a receber o pato.
Artesanato : é essencialmente o próprio trabalho manual ou produção de um artesão (de artesão + ato).
No artesanato Borarí são utilizados todos os tipos de materiais retirado da própria natureza, como o barro, sementes,talas,cuias,Raízes. O artesanato que mais simboliza a pequena Vila são as cerâmicas .As sementes das frutas da região estão sendo aproveitadas na confecção de, artesanato, bijuterias, etc. As cuias que são utilizadas para tomar o Tarubá,Tacacá, o Açaí , também são trabalhadas com Grafismo tipicamente BORARÍ e servem como adorno para decoração.O Artesanato A lenda do boto aparece pela primeira vez no Estado do Pará, no século XIX. Não se conhece a origem de tal lenda, só há registros de que se difundiu por toda a Amazônia. Alguns autores confundem a lenda com mito.
Boto Tucuxi ou Pirajaguara (Sotália Brasiliensis, Sotália Fluviatilis, Steno Tucuxi) golfinho dócil, amável, é capaz de resgatar pessoas em náufragos; descobre segredos não conhecidos pelos homens, conduz os peixes para a rede (malhadeira) do pescador o boto Tucuxi tem a habilidade de sentir a metros de distância o odor de mulheres menstruadas e com agilidade segue canoas, cintila nas águas em saltos e manobras que amedrontam quem viaja nas referidas embarcações; vive nos rios amazônicos, mas é encontrado em maior quantidade no rio Tapajós; possui coloração cinza e o dorso branco, tem habilidade em nadar em pé (apoiando-se somente com a cauda) sobre a água, vive em bandos.
O boto homem é aquele que se metamorfoseia à noite para encantar as caboclas ribeirinhas, possui um orifício na cabeça coberto com o chapéu branco, engerado a partir de uma arraia. Segundo a lenda do boto, esse homem traja-se todo de branco, é dançador, bebedor, galante e sedutor.
Uma olhada dele é capaz de enfeitiçar, hipnotizar, render qualquer mulher aos seus caprichos. O cheiro (pixé) que exala no ar é de patchouli, no momento de excitação ou quando na água tem cheiro de peixe fresco (pitiú). Dizem os caboclos que para não serem perseguidos quando transportarem mulheres menstruadas deve-se passar alho em toda a canoa. A inexistência ou desconhecimento dessa lenda nos séculos anteriores nos leva a crer que ela tem origem branca e mestiça, com projeção nas comunidades caboclas.

O Sairé é a mais antiga manifestação da cultura popular da Amazônia. A tradicional festa acontece há mais de 300 anos, mantendo intacto o seu simbolismo e essência. Sua origem remonta às missões evangelizadoras dos padres Jesuítas com os índios da Amazônia. Conta a história que em suas evangelizações os jesuítas envolviam música e dança. ![]() |
| Alegorias |
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